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Jonny Fury, Tiago Simões e Chus Barros vencem 3ª edição da Rampa da Alegria
224 metros lidos de forma simples até parecem fáceis, a diferença acontece quando somamos pendente média de 16,67% e aí sim sabemos o quanto os participantes sofreram para subir duas vezes a Rampa da Alegria na terceira edição de uma das Rampas mais difíceis a norte do País. A “Alegria” foi contagiante no Bairro e quem veio de fora sentiu o calor humano da comunidade quer no apoio ou na festa que foi decorrendo em paralelo com a subida. Classificações e fotos: aqui



Jonny Fury (Clube BTT Matosinhos), Tiago Simões (Individual) e Chus Barros foram os protagonistas da terceira edição da Rampa da Alegria, que se realizou na noite de sábado no Bairro da Alegria, em Braga.

Organizado pela Associação de Moradores do Bairro da Alegria e Associação de Ciclismo do Minho, com o apoio da Federação Portuguesa de Ciclismo, Junta de Freguesia de São Victor e Câmara Municipal de Braga, a Rampa da Alegria voltou, mais uma vez, a mostrar que é possível conciliar o ciclismo com a festa de bairro.

Numa prova curta, mas muito dura, os ciclistas deram tudo para percorrer os 224 metros, com uma média de 16,67% de inclinação, o mais rápido possível e vencer, não só a sua categoria, mas à geral.

Jonny Fury, que participou na Rampa da Alegria pela primeira vez, esteve em grande plano e bateu o recorde da pista logo na primeira subida ao fazer 32.237 segundos (ciclista do Clube BTT Matosinhos retirou cerca de seis segundos ao anterior recorde).

Numa edição em que o tempo de 38.83, obtido por Rúben Carrilho o ano passado, foi batido por sete vezes, Jonny Fury sai do Bairro da Alegria com os dois melhores tempos à geral: 32:237 e 33.142.

Para além do melhor tempo à geral, o ciclista do Clube BTT Matosinhos venceu em sub-23, deixando na segunda posição o seu colega de equipa Gonçalo Lopes, que fez o tempo de 35.646 segundos.

Outra das surpresas da noite foi Tiago Simões, que corre como Individual, e que foi o primeiro a baixar a marca dos 38 segundos. Tiago Simões bateu-se com Jonny Fury pelo tempo à geral, tendo, aliás, melhorado o seu tempo na segunda subida (35.151 - 33.478).

Tiago Simões venceu em elites, deixando nos restantes lugares do pódio Tiago Costa (BTT Braguinhas/Padim da Graça) e Pedro Vilela (SAERTEX Portugal/CRIAZinvent).

 

Maria de Jesus Barros esteve em grande plano ao baixar o recorde feminino da pista, que já lhe pertencia, em mais de quatro segundos. Esta foi a terceira participação da ciclista da Galiza e a terceira vitória.

Rúben Carrilho (SAERTEX Portugal/CRIAZinvent) subiu ao primeiro lugar do pódio em master 30 com o tempo de 36.436s. Pedro Barbosa (BTT Braguinhas/Padim da Graça) foi segundo e José Miguel Lopes (Individual) foi terceiro.

Em master 40, o estreante Cláudio Veloso (SAERTEX Portugal/CRIAZinvent) garantiu o primeiro lugar ao fazer o tempo de 43.011 segundos. Hélder Costa (Bicimarante) foi segundo.

Sérgio Magalhães (BTT Braguinhas/Padim da Graça) impôs-se em master 50 ao fazer a prova em 46.404 segundos. Na segunda posição ficou Casimiro Correia (Lixa Bike Team) e Nico Campelo (Individual) foi terceiro.

José Luís Muchacho (BTT Braguinhas/Padim da Graça) fez a segunda subida em 1:25.862 e garantiu a vitória na prova dos master 60.

Em Open Fernando Moura (Bicimarante) foi o mais rápido, seguido de Octávio Aires (Firstbike) foi segundo e Pablo Castro (Individual) terceiro.

Alexandre Santos (FirstBike) venceu em Open E-Bike, enquanto o seu colega de equipa Luís Costa foi segundo.

Luís Santos foi distinguido com o prémio originalidade ao apresentar-se em prova com uma bicicleta decorada a preceito e a incentivar o uso da bicicleta.

 

Jonny Fury (vencedor à geral e em sub-23)

 

Jonny Fury (Clube BTT Matosinhos) mostrou em Braga que não vence só em BTT e CX, e surpreendeu logo na primeira subida ao retirar seis segundos ao anterior recorde.

Jonny Fury mostrou-se "muito feliz com o que consegui fazer. Na primeira subida bati o recorde, com o tempo 32.237s. Na segunda subida não consegui melhorar, mas venço na mesma à geral e com recorde. Estreei-me bem".

"Aceitei o desafio para vir à Rampa da Alegria e cumpri, o meu objetivo não era ganhar, mas bater o recorde. Mal fiz a subida de reconhecimento acreditei que era possível ganhar. Depois foi dar tudo na primeira manga… Foi um espetáculo, alegrei toda a gente e gostei muito do apoio que tive durante o trajeto".

Afirmando que "gostei muito disto, da prova em si e do ambiente", Jonny Fury (João Fonseca) adiantou que "foi uma experiência diferente, bastante interessante e gostei muito".

Sobre a subida em si afirmou que "é uma prova foi muito difícil, quando terminamos a primeira parte da subida já vamos esgotados, mas como vemos logo a meta continuamos a dar tudo. É uma subida muito dura".

 

Chus Barros (vencedora e recordista feminina)

 

Chus Barros conquistou sábado à noite a sua terceira vitória na Rampa da Alegria. A ciclista galega conseguiu mesmo bater a sua anterior marca, retirando quatro segundos ao tempo feito na edição anterior.

Maria de Jesus Barros confessou que "este ano senti-me muito melhor em prova e até bati o meu recorde. Tinha feito o ano passado 1.07 e este ano fiz 1.03m, até fiquei surpreendida".

"Gostei muitíssimo de tudo, do ambiente, de competir, da organização, que foi espetacular, como sempre. Estou muito feliz, orgulhosa… e para o ano cá estarei".

 

Sebastião Ribeiro (organizador)

 

Sebastião Ribeiro, presidente da Associação de Moradores do Bairro da Alegria, salientou "a forte competitividade e disputa na competição e pelo recorde da pista. Este bateu-se novamente o recorde tanto em masculinos como em femininos e isso é muito bom. Acredito que isto pode chamar mais atletas para esta prova".

Afirmando que "em termos de participação ficou um pouco aquém do esperado", Sebastião Ribeiro referiu que "precisamos de publicitar mais e de uma forma diferente a Rampa da Alegria. Teremos de conversar com a ACM para ver o que podemos fazer. Se calhar mudar também o mês na realização da prova, porque este ano as previsões meteorológicas também não ajudaram, embora, depois, não tenha chovido durante a prova".

Sebastião Ribeiro destacou ainda a presença de Maria Barros, que "este ano trouxe consigo um outro ciclista de Espanha, o que significa que a prova tem pernas para andar" e adiantou: "nós estamos a trabalhar bem, demos brindes que, praticamente, cobriram as inscrições, mas temos de ajustar alguns pormenores para que a Rampa da Alegria seja uma referência".

 

 

A Rampa da Alegria organizada pela Associação de Ciclismo do Minho e Associação de Moradores do Bairro da Alegria contou com o apoio da Câmara Municipal de Braga, Junta de Freguesia de São Victor, AMBA – Associação de Moradores do Bairro da Alegria, BRAGAHABIT, Human Power Hub, BSB – Smart & Bright Ideas, NORTEMED, Federação Portuguesa de Ciclismo, ,IPDJ, Arrecadações da QuintãCisionViamaris, Raiz Carisma - Soluções de Publicidadei9Tex, Lda. - Têxteis TécnicosGuimarpeixe, Jopedois, Auto Terror Premium Automotive, SEG 3 - Mediação de Seguros, e revista Ciclismo a Fundo.

 

Actualizado em 3 Maio 2026